segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Yudanshakai, Koshukai e exame de Kiu


Dia 04 de agosto (sábado), o Instituto Sul-brasileiro de Aikido (INSBRAI) realizou, no Dojo Central, o exame geral de kyu. Antes, ocorreram yudanshakai (9:00) e koshukai (14:30) onde existiu uma grande troca de energia e possibilidade de treinos com aikidoístas  de todo o instituto.
E com a vontade de levar este sentimento para o Aikido de Viamão participei deste dia integralmente dedicado para o Aikido! Agradeço primeiramente ao Sensei Vargas e ao Sensei Leonel pelos ensinamentos e pela oportunidade!
Domo arigato gozaimashita!
















sábado, 7 de julho de 2012

Treino com Sensei Vargas e Sensei Leonel


Hoje  tivemos treino com Sensei Vargas na inauguração de nosso espaço para prática do Aikido, em Viamão. Esta oportunidade única, tanto para divulgação quando para oportunizar uma enorme qualificação técnica! Pois não é todo o dia que treinamos com um Sensei que é 5º Dan  e outro Sensei 3º Dan! Sensei Vargas, muito obrigado pelas suas palavras de incentivo para continuidade do trabalho e pelo ótimo treino proporcionado! Domo arigato goszaimashita.

















terça-feira, 19 de junho de 2012

Aula Inaugural

Queremos informar que a aula inaugural com Sensei Vargas que seria realizada dia 23/06/2012 foi transferida para o dia 07/07/2012.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Aula Inaugural com Sensei Vargas

Sábado, dia 23/06/2012, teremos treino com Sensei Vargas e Sensei Leonel. Convidamos todos os que puderem prestigiar este evento com Sensei Vargas - 5º Dan  e Sensei Leonel - 3º Dan apartir das 15:00

quinta-feira, 7 de junho de 2012

A arte da não resistência


  Treine a arte da não-resistência utilizando-se da energia de seu atacante, controlando e neutralizando-o sem requerer o uso de força física. Participe de um ambiente de cooperação, amizade e companheirismo, onde as pessoas buscam não apenas o próprio crescimento, mas sim o desenvolvimento de todo o grupo, para que possamos juntos tornar o mundo um lugar melhor, com pessoas melhores.

Assista aos treinos ou participe de uma de nossas aulas sem compromisso e descubra o quê o Aikido pode fazer por você.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Reconciliação

Este texto exemplifica a resolução de conflitos sem uso da força física e consegue mostrar a fundo a idéia do Ai (harmonia) tão presente na filosofia do Aikido e sempre lembrado nas palavras do mestre Ueshiba.
O texto foi escrito por Terry Dobson que na década de 50 foi um dos primeiros americanos a estudar Aikido no Japão, e a se tornar Uchi-deshi (aluno residente) no Hombu Dojo em Tokyo Então vamos lá:
      O trem atravessava sacolejando os subúrbios de Tókyo em uma tarde de primavera. O vagão estava praticamente vazio, com apenas algumas donas de casa com seus filhos e alguns idosos indo fazer compras.
Eu olhava distraído pela janela a monotonia das casas sempre iguais. Chegando a uma estação, as portas se abriram , e de repente, o silêncio da tarde foi rompido por um homem que entrou no  vagão, gritando histéricamente palavras incompreensíveis. Era um homem forte e incorpardo, com roupas de operário. Estava bêbado e imundo. Aos berros, bateu em uma mulher que carregava um bebezinho, a vilência da agressão foi tamanha que fez com que ela caisse no colo de um cassal de idosos. Só por um milagre nada aconteceu ao bebezinho.
Com muito medo, o casal fugiu para outra extremidade do vagão. O operário ainda tentou dar um chute, na senhora, mas errou a mira, mas ela conseguiu espacapar. Isso o deixou em um estado de fúria, que ele agarrou uma haste de metal do vagão e tentou arrancá-la. Pude ver que uma das suas mãos estava ferida. O trem seguia com todos do vagão paralisados de medo. Eu me levante. Na época, eu era jovem e estava em excelente forma física, e vinha treinando muito diáriamente. Gostava de lutar corpo a corpo e me considerava bom de briga. A questão é que minhas habilidades marciais nunca haviam sido testadas em um combate verdadeiro. N´s alunos de Aikido somos proibidos de brigar.
"Aikido" é arte da reconciliação, e aquele que deseja brigar perdeu o elo com o universo. Se tentarem dominar as pessoas estarão derrotados de antemão. Nós estudamos como resolver conflitos, não como iniciá-los. Mas no fundo do coração aguardava uma oportunidade pudesse salvar os inocentes punindo os culpados. Chegou a oportunidade! pensei comigo mesmo enquanto levantava. Há pessoas correndo perigo, e se eu não fizer alguma coisa, talvez elas acabem se ferindo.
Eu estava de pé segurando de leve as alças pressas no této do vagão e olhei para aquele homem com nojo e desprezo. Pensei em acabar com a sua raça, mas precisava que ele me agredisse primeiro.
- Agora chega!gritou ele. Você vai levar um lição. Ele se preparou para atacar. Mas uma fraçãode segundos antes que ele pudesse se mexer, alguém gritou: Ei!
Virei para a esquerda, o bêbado para a direita. Nós dois olhamos para um velhinho japonês que estava sentado em um dos bancos. Devia ter mais de uns setenta anos, esse pequeno senhor, e vesti um quimono impecável. Não me deu a menor atenção mas sorriu com alegria para o operário, como se tivesse um importante segredo para lhe contar.
-Vem aqui - disse o velhinho num tom fraternal e amistoso. - Vem aqui conversar comigo- Insistiu com aceno de mão. Aquele enorme homem obedeceu, mas postou os pés deliberadamente diante dele e gritou por cima do barulho das rodas dos trilhos do trem:
Por que vou conversar com você ?
Ele agora esta de constas para min. Se ele se movesse um milimetro que fosse, eu o esmagaria. Mas o velhinho continuou sorrindo para o operário.
-O que você andou bebendo? - Perguntou com os olhos brilhando de interesse.
-Saquê- Rosnou de volta o operário- e não é da sua conta! Rosnando como um animal enfurecido lançando olhar cheios de raiva     para cima do velhinho.
Que bom, excelente, eu também adoro saquê! Todas as noites, eu e minha esposa aquecemos uma garrafinha de saquê, e vai até o jardim e sentamos em um banco de madeira. Ficamos olhando o pôr-do-sol e vendo com vai indo nosso caquizeiro. Foi meu bisavô quem plantou esta arvores , e estavámos preocupados achando que ele não fosse se recuperar das tempestades de gelo do último inverno. Mas nossa arvorezinha saiu-se melhor do que esperávamos. è muito bom olhar para ela quando levamos uma garrafinha de saquê para apreciar o final da tarde, mesmo quando chove.
 E olhava para o operário, seus olhos reluzentes . O do operário, que se esforçava para acompanhar a conversa do velhinho, foi se abrandando, e seus pulsos aos poucos relaxando.
-É, é bom, eu também gosto daqui, e gosto de caqui.
- É são deliciosos - concordou o velhinho sorrindo. -E tenho certeza que você tem uma ótima esposa.
-Não- disse o operário. -Minha esposa morreu.
Suavemente  acompanhando o balanço do trem, aquele enorme homem começou a chorar.
-Eu não tenho esposa, eu não tenho casa, eu não tenho emprego. Eu só tenho vergonha de min mesmo.
Lágrimas escorriam pelo seu rosto, e um sentimento de desespero dominou seu corpo.
Chegara minha vez. Lá estava eu, com toda minha imaculada inocência juvenil, com toda minha vontade de tornar o mundo um lugar melhor de se viver, sentindo-e de repente mais sujo do que ele.
O trem chegou à minha estação. Enquanto as portas se abriam, ouvi o velho dizer solidariamente:
-Minha nossa! Sente-se aqui e conte-me o que houve.
Voltei-me para dar uma olhada. O operário, não era mais aquele homem imenso, era agora um pequeno garotinho no colo daquele velhinho que afagava com ternura seus cabelos emaranhados.
Enquanto o tem se afastava, sentei-me em um bano da estação. O que eu pretendera resolver pela força fora alcançado por algumas palavras meigas. Eu acabara de presenciar o Aikido num combate de verdade, a sua essência era o amor. Finalmente, reflita sobre esta mensagem e tente praticar o verdadeiro Aikido!
Domo arigato gozaimashita!

terça-feira, 29 de maio de 2012

Pratica do Aikido

             Como todas artes marciais japonesas, a prática do Aikido não requer uma experiência prévia em artes marciais, pode ser praticado por pessoas de todas as idades e de todos tipos físicos! Durante a prática, os papéis de atacante e atacado estão constantemente se alternando e é neste sentido que necessitamos de um ataque sincero, não mesquinho ou tão pouco egoísta, e mais, quando recebemos determinada técnica, temos que confiar no colega de treino, relaxando, para que o mesmo não tenha dificuldades para aplicação da tal técnica porque, como disse anteriormente, os papéis vão se alternar, se estou atacando, vou ser atacado. Claro, que nesta ótica, temos que relaxar para não causas uma dificuldade exagerada, o que neste caso, se não   relaxarmos as possibilidade de lesão são enormes, mas não devemos ser "moles demais". Temos que buscar um ponto de equilíbrio, e ai acredito estar a dificuldade, pois o treino se transforma em um laboratório para vida, onde em diversas vezes temos que ser maleáveis dentro e fora do tatame! Então pegue o dogui e ótimo treino!